segunda-feira, 22 de março de 2010


Xperia X10, Um Android com Tela OLED de 4″ e Processador de 1GHz



A Sony Ericsson apresenta o Xperia X10, um incrível celular com o sistema Android que traz a interface especial UX, com perfis especiais para você acessar seus contatos, arquivos multimídia e redes sociais de forma super simples. Segundo a Sony Ericsson, o Xperia X10 é o primeiro celular a “humanizar” a maneira como as pessoas interagem com seus telefones. Entre os principais destaques podemos citar a tela OLED touchscreen capacitiva de 4” (480 x 854 pixels) que reconhece gestos e resiste a arranhões e o processador Qualcomm Snapdragon 8250 de 1GHz.

O Xperia X10 tem conectividade 3G HSDPA, Wi-Fi e Bluetooth com A2DP, e um browser baseado no WebKit. Este incrível smartphone também tem A-GPS e 1GB de memória interna, além de um slot para cartões microSD de até 16GB (ele já vem com um cartão de 8GB).

Com os programas Mediascape e Timescape, criados para ajudar os usuários a organizarem tudo o que precisam nos celulares de forma simples e super rápida. O Timescape permite que você navegue pelos seus contatos e fotos usando o reconhecimento de rostos para acessar serviços como e-mails, Facebook ou Twitter. E ao clicar no botão “infinito” você pode ver todas as formas com as quais pode interagir com esta pessoa. Com o Mediascape, você pode navegar pelas suas músicas, fotos e vídeos no seu smartphone, e também outros sites na Internet como YouTube e PlayNow. E o botão “infinito” mostra mais conteúdo sobre este artista, tanto online quanto no seu Xperia X10.

Se você gosta de ouvir música, vai gostar de saber que ele tem um plug de 3.5 mm para fones de ouvido e um conector microUSB para fazer a sincronização com o seu computador. A câmera de 8.1 megapixels é um capítulo a parte, com zoom digital de 16x, flash integrado, foco automático, foco por toque na tela, detector de rostos e sorrisos e estabilizador de imagens e vídeos.

Ele mede 119 x 63 x 13 mm e pesa 135 gramas, e tem uma bateria de 1500 mAh. O Xperia X10 deve ser lançado no primeiro trimestre de 2010.

Saiba mais na Sony Ericsson.

Segue o Video Promo do X 10, estilo "Seja Bonito e Descolado Tambem", mas me agrada se comparando o desingne e as capacidades do celular.



Seguem mais fotos do garoto!










Damon Albarn reaparece com o terceiro disco da banda-cartum Gorillaz
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THIAGO NEY

da Folha de S.Paulo



"Welcome to the World of the Plastic Beach." Este é, além de título da primeira música (na verdade, é a segunda faixa do álbum; a primeira é uma introdução) do terceiro disco do Gorillaz, uma síntese do que encontraremos no universo multicolorido dessa banda/cartum/virtual. Divulgação

Os integrantes da banda virtual Gorillaz que, comandada pelo músico britânico Damon Albarn, lança deu terceiro álbum


Há climas diversos (ora sisudo, ora alegre), de batidas diversas (lentas; rápidas), de sensações diversas (dançante; soul; hip hop; disco; pop). Tudo em uma única música. E tudo isso é transportado para o restante do disco, deliciosamente caótico e disforme.

Talvez isso aconteça porque o Gorillaz funciona como uma válvula de escape para Damon Albarn, inglês que ficou conhecido nos anos 1990 como vocalista da banda britpop Blur.

Se no Blur Albarn ficava preso a um padrão pop-rock de guitarra/baixo/bateria, no Gorillaz ele está livre para atirar para todos os lados --e, neste disco, acerta a maioria deles.

O Gorillaz é formado por Albarn e pelo designer gráfico Jamie Hewlett. Enquanto Albarn cuida da música, Hewlett se encarrega da imagem da banda: dos quatro integrantes/personagens em cartum; do site, que também é uma espécie de game; da concepção visual dos shows, feita por jogos de luz e sombra (eles vão fechar uma das noites do enorme festival Coachella, nos EUA, em abril).

Convidados estrelados

Para ajudá-lo com a paleta de cores de "Plastic Beach", Albarn convidou de Snoop Dogg a Lou Reed; de De La Soul a Gruff Rhys (do grupo Super Furry Animals); de Mark E. Smith (The Fall) a Bobby Womack.

Apenas uma brincadeira de Albarn, o Gorillaz transformou-se em seu mais bem-sucedido projeto --os dois primeiros discos já venderam mais de 15 milhões de cópias e atingiram um sucesso nos EUA que o Blur nunca conseguiu. Isso dá moral para Albarn tirar Lou Reed de sua zona de conforto e o colocar para cantar sobre bases eletrônicas leves.

Ou para juntar Mos Def e o soulman Bobby Womack em "Stylo", faixa lisérgica e de tempero black. Ou para chamar uma orquestra libanesa e criar uma atmosfera oriental em "White Flag".

As faixas sem convidados não são menos ousadas. Em "Broken" e "On Melancholy Hill", há sintetizadores retrô que nos transportam tanto para os anos 1960 quanto para os 1980.

Já "Rhinestone Eyes" é quase infantil, com o vocal de Damon passando por efeitos -que voltam a ser bastante usados para dar um ar futurista à faixa título.

Essa quase infinidade de ritmos presentes no disco do Gorillaz é algo que não pode ser deslocado para o Blur. Ali o que se faz é britpop, canções com melodias reconhecíveis.

Inquieto, Damon Albarn criou o Gorillaz para brincar e experimentar. No início, levou várias pancadas -como assim fazer uma banda-cartum?, questionavam muitos. Com uma trajetória que deságua em "Plastic Beach", ele prova que sempre esteve certo.

PLASTIC BEACH
Artista: Gorillaz
Lançamento: EMI
Quanto: R$ 30, em média
Avaliação: ótimo
Olá, o blog vai volta com uma temática diferente, desta vez será informativo com coisas legais e da atualizada que estiverem saindo e a mais novas tecnologias.